sábado, 4 de julho de 2009

Um certo olhar....(Rio de Janeiro)





Ângulos da cidade maravilhosa...
( Confeitaria Colombo - Forte de Copacabana)

Não precisa de sol para ser bela.
Cada vez que passo pelo Rio, vejo uma cidade diferente...
O Flamengo virou o bairro favorito.
E na Lapa, as ruas, mais do que os interiores.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Quando uma roupa tenta falar...




Meu querido companheiro...

Ontém fiquei sem o Chico...

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...


Vinicius de Moraes

A poética do vestido...



segunda-feira, 15 de junho de 2009

Enfim a lojinha!



http://www.elo7.com.br/lucotinha/

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Na macieira brotou um poema.


A Noite na Ilha

Dormi contigo a noite inteira junto do mar, na ilha.
Selvagem e doce eras entre o prazer e o sono,
entre o fogo e a água.
Talvez bem tarde nossos
sonos se uniram na altura e no fundo,
em cima como ramos que um mesmo vento move,
embaixo como raízes vermelhas que se tocam.
Talvez teu sono se separou do meu e pelo mar escuro
me procurava como antes, quando nem existias,
quando sem te enxergar naveguei a teu lado
e teus olhos buscavam o que agora - pão,
vinho, amor e cólera - te dou, cheias as mãos,
porque tu és a taça que só esperava
os dons da minha vida.
Dormi junto contigo a noite inteira,
enquanto a escura terra gira com vivos e com mortos,
de repente desperto e no meio da sombra meu braço
rodeava tua cintura.
Nem a noite nem o sonho puderam separar-nos.
Dormi contigo, amor, despertei, e tua boca
saída de teu sono me deu o sabor da terra,
de água-marinha, de algas, de tua íntima vida,
e recebi teu beijo molhado pela aurora
como se me chegasse do mar que nos rodeia.

Pablo Neruda

domingo, 31 de maio de 2009

Mascotes...


Ainda não foram batizados, mas são os queridos aqui do ateliê...



É só procurar, vão estar nas fotos dos produtos, nas estampas das novas embalagens, alegrando nosso dia.
E para os queridos que entram pela minha janela pedindo água com açúcar... Não se preocupem, coração de mãe!

Oba, lojinha!